Franquicias y librerías
convalor 14-09-2006 GTM 1 @ 06:56 Tags: Franquicia_ y_libreríasHasta
ahora un modelo de negocio denostado por mucha gente del sector por
suponer que la franquicia trae como consecuencia inmediata la
simplificación de la oferta y el mismo tratamiento a realidades
distintas se empieza a abrir dentro del sector.
En España disponemos ya de dos experiencias: Santos Ochoa y Ler, Hay algunas otras en estudio e incluso algunas compras de derechos de modelos brasileños . Gandhi también apuesta por este modelo.
Personalmente
creo que en algunas cosas es de las pocas posibilidades de dar
respuesta y posibilitar la presencia de librerías en zonas determinadas
y es, con toda seguridad, y sobre todo pensando en las pequeñas un modo
bastante seguro de dar pasos en la profesionalización de la
gestión.

Meneame
del.icio.us
Tenho algumas dúvidas em relação a esse modelo, pois muitas vezes não possibilita a gestão global do espaço e dos produtos que é vital para dinamizar constantemente a Oferta e responder aos múltiplos clientes.
Isso levanta o problema da internacionalização das marcas num sector onde a confiança do público tem de ser mais elevada que noutros produtos.
Por outro lado, e como Isabel diz, os mercados somente podem parecer-se uns com os outros mas são totalmente diferentes, uma aposta segura num lado pode significar um mercado incipiente ou de difícil abertura no outro.
O caso da Nobel é, realmente, um exemplo desses. Eles partiam do pressuposto que o escolar e o colegial eram mercados garantidos nas cidades intermédias e que o mainstream iria facilmente reforçar as receitas deles. Em Portugal não é assim tão simples, em particular devido à elevada concentração existente nas editoras escolares (onde até a Santillana teve de recuar nos seus projectos portugueses).
Cara Isabel, teria todo o gosto em trocar ideias consigo (apesar de ser especialista editorial e não livreiro). Pode contactar-me desde logo para o e-mail: extratexto@clix.pt ou nuno_seabralopes@clix.pt.